O projeto teve como objetivo geral elaborar uma Proposta de Banco de Áreas para Compensação Ambiental e Orientações gerais para a Recuperação de Áreas Degradadas da APA Municipal Santos Continente. Por meio de fotointerpretação das ortofotos cedidas pela Prefeitura de Santos, foram identificadas 615 áreas degradadas, totalizando 758,11
hectares. Foram identificadas as características de cada área degradada e, através das visitas e campo, foram realizadas checagens do levantamento produzido em escritório. Entre os produtos foi elaborada uma matriz de critérios de priorização de áreas degradadas para que deveriam ser recuperadas.
O trabalho teve como objetivo realizar um diagnóstico sobre a situação dos arranjos locais associados ao uso público em Unidades de Conservação (UCs) costeiras e marinhas do Brasil, em parceria com o Laboratório de Planejamento Ambiental e Gerenciamento Costeiro (LAPLAN) da UNESP Campus Litoral Paulista. Foram mapeados diversos arranjos que envolvem atores locais – comunidades tradicionais, terceiro setor, iniciativa privada e poder público – bem como os desafios e as oportunidades para o fortalecimento desses arranjos.
A partir disso, foram apresentadas diretrizes que visam fortalecer e promover o uso público nas UCs brasileiras, que atualmente destina maior atenção e esforços para a concessão dos serviços de uso público à iniciativa privada.
O trabalho deu origem a um relatório técnico e a um banco de dados georreferenciado espacializado em um mapa (GoogleMaps), para acesso livre às informações levantadas. Resultou ainda na elaboração de uma cartilha – “Navegando nos caminhos do uso público” – que sintetiza os achados do diagnóstico e os apresenta em uma linguagem simplificada e ilustrada, de modo a aprofundar as discussões e construir caminhos para o uso público que sejam inclusivos e diversificados.
O trabalho buscou identificar, mapear e analisar o trabalho desenvolvido por iniciativas que geram renda com a floresta em pé, contribuindo para a conservação e para a restauração florestal em sete municípios nas regiões do Alto Tietê e Baixada Santista.
A perspectiva é que as informações aqui sistematizadas possam, futuramente, subsidiar o planejamento de possíveis ações de apoio e fortalecimento de associações, cooperativas, grupos de produtores rurais e outros coletivos organizados inseridos nestes e arranjos produtivos locais.
O diagnóstico resultou em um relatório contendo as informações compiladas sobre as iniciativas, suas atividades, fortalezas, fraquezas e desafios (Análise SWOT), uma análise de sustentabilidade (Five Sector Sustainability Assessment); além de uma base de dados com todas as informações coletadas, bem como os dados de formulários e entrevistas, um mapa de redes mostrando as conexões entre as iniciativas, e mapas espacializados com a localização destas.
Execução de estudo sobre o aprofundamento do cenário das áreas protegidas na Mata Atlântica, com foco no levantamento de UCs municipais. O trabalho teve como objetivos atualizar dados sobre a ocorrência de UCs municipais, seus instrumentos de criação e motivações.
Foram avaliados todos os 3.429 municípios inseridos na Mata Atlântica para a busca de informações e de modo produzir conteúdo para subsidiar os posicionamentos da contratante, ações de defesa do SNUC e estímulo à criação de Áreas Protegidas.
Trabalho de coleta e organização de informações sobre iniciativas que fazem parte da Rede Observatório do Código Florestal, a fim de atualizar o relatório dos membro da rede. Também foram selecionados materiais produzidos pelos membros que se relacionem com a temática do Código Florestal. Foram levantados 760 materiais produzidos pelos membros, para que fossem inseridos no repositório aqueles de maior interesse.
Estes materiais foram inseridos em um repositório de informações para os membros, que consiste em um banco de dados com informações de fácil acesso para serem usadas como ferramentas de advocacy.
Consultoria para a realização de um diagnóstico dos arranjos institucionais Áreas Protegidas Privadas (APP) no mundo, sistematização de experiências de gestão participativa comunitária em Áreas Protegidas (APs).
O trabalho foi desenvolvido com base em levantamento bibliográfico e análise de materiais sobre modelos de arranjos institucionais para gestão de áreas protegidas privadas, sobre recomendações para envolvimento comunitário na gestão de Áreas Protegidas. A partir destas análises, foram feitas recomendações que possam contribuir com a realidade da APP à ser implementada por organização da sociedade civil.
Estes materiais foram inseridos em um repositório de informações para os membros, que consiste em um banco de dados com informações de fácil acesso para serem usadas como ferramentas de advocacy.
Trabalho que buscou apresentar diretrizes para a implementação e o desenvolvimento da pesca esportiva como atividade turística nas Unidades de Conservação (UCs) Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio Mamanguape e Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) de Manguezais da Foz do Rio Mamanguape, fazendo uso do recurso pesqueiro como atrativo, portanto, sem a extração das espécies para comercialização ou subsistência.
A proposta também forneceu subsídios para o ordenamento da pesca esportiva no local, fomentar o turismo ecológico, consultar e capacitar os moradores locais para atuação na atividade, visando o potencial para o desenvolvimento de atividades econômicas não impactantes nas UCs.
Consultoria técnica para processos de licenciamento de abertura e estruturação de trilhas, instalação de estruturas para visitação e pedidos de autorização de funcionamento junto aos órgãos licenciadores.
No Sítio Sonho Meu, localizado em Bom Jesus dos Perdões, foram realizadas visitas técnicas, análise de documentos da propriedade, levantamento de dados e pedido de licenciamento junto à Cetesb para abertura de trilha com a finalidade de uso turístico. A área está na Zona de Amortecimento do Parque Estadual Itapetinga.
A Raiz Assessoria Socioambiental foi empresa selecionada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) para promover o acompanhamento das articulações técnicas do estado do Amazonas, com vistas a apoiar tecnicamente a revisão, proposição e auxílio em eventuais ajustes de estudos relativos ao projeto “Criação e Implementação de Áreas Protegidas no Amazonas” que visa apoiar o Governo do estado do Amazonas, por intermédio da Secretaria de estado do Meio Ambiente (SEMA) sobre os estudos técnicos preliminares para propostas de criação de Áreas Protegidas Estaduais no Amazonas.
O evento “Caminhos do Uso Público”, realizado com patrocínio do Instituto Linha d’Água, representou uma oportunidade para construir espaços de diálogo entre os atores sociais envolvidos com o tema do Uso Público em Unidades de Conservação (UCs), entre eles – poder público, academia, terceiro setor, comunidades e organizações locais – reunindo diferentes visões para debater e traçar estratégias de fortalecimento dos arranjos locais.
A abordagem adotada buscou ampliar as discussões sobre o assunto, envolvendo a sociedade civil organizada, de modo a refletir sobre ações que pautem e contribuam para o estabelecimento de parcerias público-comunitárias.
A realização deste evento também destinou-se a apresentar os resultados alcançados no projeto “Diagnóstico e perspectivas dos arranjos locais nos modelos de gestão de uso público em áreas protegidas costeiras e marinhas” e a lançar a cartilha “Navegando nos Caminhos do Uso Público”, como forma de contribuir com a discussão.
articulação resultou em avanços na agenda política de fortalecimento de arranjos locais, com o estabelecimento de acordos entre organizações locais e e a Fundação Florestal para a gestão do uso público em unidades de conservação paulistas.
As áreas protegidas são reconhecidamente um dos principais mecanismos para conservação da biodiversidade e sustentabilidade de territórios. O histórico de implantação desse mecanismo é antigo e seus processos de gestão foram acompanhados pelo desenvolvimento de diversas disciplinas científicas, como biologia da conservação, ecologia, geografia, entre outras.
Nos últimos anos tem recebido mais a atenção o tema das Áreas Protegidas Privadas (APPs), sendo um mecanismo de complementariedade aos sistemas nacionais e regionais de conservação.
A pedido do Instituto Juruá (IJ) foi realizado um estudo para sistematização de informações sobre APPs em documentos técnicos e literatura científica. O estudo teve como objetivo realizar um diagnóstico dos arranjos institucionais de Áreas Protegidas Privadas no mundo; sistematizar experiências de gestão participativa comunitária em Áreas Protegidas (APs); e propor recomendações para a gestão da Áreas Protegidas Privadas a partir da perspectiva comunitária. O estudo consolidou informações obtidas, visando contribuir com o planejamento das ações do Programa de Áreas Protegidas do Instituto.
O trabalho envolveu a avaliação do pacote técnico conforme os requisitos legais e técnicos do licenciamento ambiental, revisão de dados de monitoramentos na Baixada Santista e análise dos impactos em Áreas Protegidas.
O estudo avaliou o Pacote Técnico para Obtenção da Licença Prévia (LP) e Licença de Instalação (LI) junto à CETESB referente às Obras de Implantação do Sistema de Tratamento de Esgoto Sanitário da Cidade de Bertioga da Região Metropolitana da Baixada Santista – 2ª Etapa do Programa Onda Limpa, desde a emissão do termo de referência até o estudo propriamente dito, conforme as leis do licenciamento ambiental estadual e outros dispositivos legais (âmbito estadual e federal), bem como avaliar a abordagem metodológica e os critérios técnicos para obtenção de dados ambientais. Também analisou como o empreendimento “ETE Guaratuba” está inserido diante das políticas ambientais conservação e gestão de áreas protegidas.
Trabalho realizado para a Prefeitura de Bom Jesus dos Perdões que consistiu na redação das especificações do Termo de Referência, para elaboração de TdR de contratação para desenvolvimento do Plano de Manejo do Parque Municipal Natural da Serra do Ajuritiba.
O documento envolveu a elaboração da justificativa para elaboração do Plano de Manejo, os objetivos, as etapas, atividades e produtos a serem desenvolvidos pela equipe contratada, uma proposta de cronograma de entregas e pagamentos, o cronograma de execução de atividades, as especificações e qualificações do corpo técnico necessário, informações para submissão de propostas, sugestões de critérios para avaliação e aspectos da contratação.
Empresa contratada pela Conservação Interacional para realizar a moderação/facilitação, relatoria e registro fotográfico dos workshops para discussões técnicas sobre temáticas estratégicas que subsidiarão a definição do escopo dos componentes e eixos do Projeto GEF PROVEG, assim como o fortalecimento da Política e do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa.
As ações incluem a moderação das reuniões, relatorias e fotográficos. Foram realizadas reuniões presenciais e virtuais, das quais nossa equipe acompanhou as discussões, apoiou a organização das reuniões, e realizou os registros que resultaram em relatórios com sugestões e histórico do processo.
O projeto teve como objetivo a elaboração do Kit de Adaptação Climática, que consiste no desenho, realização e sistematização de pesquisa estruturada sobre Planos de Adaptação Climática para regiões e municípios. O trabalho buscou elaborar um conjunto de ferramentas que possibilite a implementação de medidas de adaptação com foco em municípios e regiões, considerando as diferentes características, perfis e realidades dos municípios brasileiros, assim como os níveis de ameaça, vulnerabilidade e capacidade adaptativa de cada região analisada, além da infraestrutura existente em cada um dos municípios ou regiões. O desenvolvimento do trabalho incluiu a sistematização de dados, coleta de melhores práticas, consulta a profissionais responsáveis por Planos de Adaptação e Mitigação Climática, e apresentação de fontes e caminhos para o financiamento climático.
A contratação teve como objetivo realizar a moderação, relatoria e registros das Oficinas do Projeto Cenários de Zoneamento da Floresta Nacional de Carajás, além de apoiar equipe do ICMBio – NGI Carajás na organização e estruturação dos eventos. Nossa equipe participou da 2ª Oficina, realizada em dezembro de 2024, e da 3ª Oficina, que aconteceu em maio de 2025.
A Floresta Nacional de Carajás está inserida em um contexto de múltiplos interesses e usos, incluindo conservação ambiental e mineração, além de ambientes particulares e espécies endêmicas, o que torna essencial a construção de um zoneamento que compatibilize essas atividades. Para que se alcance os cenários desejados, é importante que os espaços de discussão sejam organizados e apresentem uma boa moderação. Neste sentido, a equipe trabalhou para que as oficinas apresentassem a estrutura e fluidez necessária, e os objetivos fossem alcançados.
O objetivo do trabalho foi elaborar um guia para regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar, a partir de dados e atuação do Instituto Centro de Vida. As atividades consistiram no levantamento e sistematização dos desafios e oportunidades para a regularização ambiental das unidades produtivas familiares, e dos arranjos e modelos para implementação de Sistemas Agroflorestais e Regeneração Natural Assistida.
O guia foi elaborado a partir do conteúdo levantado e então, passou pela fase de editoração e design. O material ainda não se encontra disponível para consulta.
O projeto consistiu em implementar um programa de monitoramento de fauna, atividade previstas no plano de manejo da Reserva Particular do Patrimônio Natural Gigante do Itaguaré, localizada no município de Cruzeiro-SP. O foco do projeto foi a atuação de jovens aprendizes no monitoramento de fauna com armadilhas fotográficas, que passaram por uma formação e, posteriormente, uma seleção para atuar na unidade.
Este trabalho está inserido no contexto de apoio às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) no entorno das Serras da Mantiqueira e Bocaina, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica.
O projeto teve como objetivo elaborar o plano de manejo da Reserva Particular do Patrimônio Natural Nina Rosa, parte do Instituto Nina Rosa. A elaboração do plano teve como principal foco, o levantamento botânico, além de mapear as oportunidades da unidade. O Instituto Nina Rosa possui atuação em parceria com o IBAMA para atuação na soltura de animais reabilitados.
Este trabalho está inserido no contexto de apoio às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) no entorno das Serras da Mantiqueira e Bocaina, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica.
O Índice de Democracia Ambiental (IDA) na Amazônia Legal foi uma iniciativa que teve como objetivo avaliar e fortalecer quatro eixos centrais do conceito de democracia ambiental: (1) acesso à participação, (2) acesso à justiça, (3) acesso à informação ambiental e (4) proteção de defensoras e defensores ambientais. A iniciativa foi conduzida pelo Instituto Centro de Vida (ICV) e Transparência Internacional – Brasil.
A Raiz Assessoria Socioambiental foi responsável pela construção, aplicação e análise dos indicadores relacionados à dimensão da participação social no campo socioambiental.
O quadro de indicadores foi desenvolvido com base em pesquisas teóricas e em recomendações obtidas junto a atores e atrizes com atuação direta na participação social na Amazônia Legal e em instâncias federais.
Foram selecionadas três categorias de instâncias participativas para análise: Conselhos de Meio Ambiente, Audiências Públicas em Processos de Licenciamento Ambiental e Conselhos de Unidades de Conservação. Para cada uma delas, foi elaborado um quadro específico de indicadores. A coleta de dados foi realizada por meio de mecanismos de transparência ativa e passiva, resultando em informações quantitativas que permitiram a construção de um ranking entre os entes avaliados.
O Tratado de Escazú é o primeiro acordo da América Latina e do Caribe focado em garantir o acesso à informação, à participação pública e à justiça em temas ambientais, além de proteger defensoras e defensores de direitos humanos em questões socioambientais.
Entre setembro de 2024 e janeiro de 2025, foi realizada uma pesquisa com o objetivo de diagnosticar a situação atual do Brasil em relação aos compromissos assumidos com o Tratado de Escazú, apontando caminhos e desafios para sua implementação efetiva.
A Raiz Assessoria Socioambiental conduziu a dimensão da participação social. A equipe ficou responsável por revisar a literatura sobre o tema, montar roteiros de entrevistas, conduzir e apoiar a realização das entrevistas, além de analisar os dados coletados e contribuir com a análise e discussão dos resultados.
Entre as atividades realizadas destacam-se:
O projeto tem como objetivo o desenho, realização e sistematização de pesquisa estruturada sobre Planos de Adaptação Climática para regiões e municípios, que inclui revisão bibliográfica e sistematização de melhores práticas, desenvolvimento de modelos adaptáveis, formulação de protocolos de implementação e identificação de fontes de financiamento para projetos de adaptação climática.
Empresa contratada para realização de pesquisa em torno de temas relacionados às políticas públicas de clima e sustentabilidade, que visam auxiliar a formulação e ampliar a implementação dos planos de adaptação nas regiões e municípios brasileiros.
O objetivo é a elaboração do Kit de Adaptação Climática, que consiste no desenho, realização e sistematização de pesquisa estruturada sobre Planos de Adaptação Climática para regiões e municípios. O trabalho visa elaborar um conjunto de ferramentas que possibilite a implementação de medidas de adaptação com foco em municípios e regiões, considerando as diferentes características, perfis e realidades dos municípios brasileiros, assim como os níveis de ameaça, vulnerabilidade e capacidade adaptativa de cada região analisada, além da infraestrutura existente em cada um dos municípios ou regiões.
Projeto, fabricação, implantação e manutenção dos banheiros secos na 17ª e 18ª Edição do Festival Universo Paralello (edições 2023/2024 e 2024/2025), eventos com público de 13.000 e 10.000 pessoas, respectivamente.
Implantação e manutenção dos banheiros secos na 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Edição do Camping Vila Mundo no Festival Universo Paralello (edições de 2017/2018 , 2019/2020, 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025). Estrutura com capacidade para 1000 pessoas/dia.
Estrutura permanente de banheiros secos para o Turismo de Base Comunitária na Vila da Mata.
Implantação e manutenção de banheiro seco de apoio e demonstrativo no evento esportivo Pedal Anchieta 2018 que reuniu mais de 40 mil ciclistas.
Implantação de dois sistemas de saneamento ecológico nas Bases de Apoio Comunitárias do Condomínio Jardim Acapulco, município do Guarujá – SP.
Atuamos com novas perspectivas em processos de educação ambiental, gestão de áreas protegidas, sustentabilidade e políticas públicas ambientais.